NOSSA HISTORIA

Em meados de dezembro de 1996, o senhor Augusto, Presidente do CEBRIJ de Ribeirão Preto, teve a iniciativa de ir a TV local para convocar as famílias da região para uma reunião em Ribeirão Preto a fim de organizar a formação da associação de Ribeirão Preto e neste dia ficou decidido que em função da distância deveriam ser formadas associações nas cidades da região e que o CEBRIJ daria o auxílio para esta formação.

Depois desta reunião e ainda em 1996, Ana Luiza Andrade de Andrade (mãe de criança com paralisia cerebral) começou um levantamento sobre os casos existentes em franca e região (já havia uma pesquisa em andamento que contava mais de 300 casos de paralisia cerebral na região) e foram feito os contatos com as famílias, para que Franca formasse a sua Associação, com isso começou o movimento para a criação da Caminhar, foram realizadas mais reuniões, e a busca por parcerias.

Franca ganhou a 1.ª reunião da região que foi marcada para o dia 18 de janeiro de 1997 que aconteceu na Faculdade de Direito de Franca.

Houve muito trabalho para que essa reunião ocorresse, foram convites enviados pessoalmente, aos jornais, às rádios, e conseguiu-se alcançar um bom número de famílias e profissionais.

Neste dia estiveram presentes o pessoal CEBRIJ de Ribeirão Preto e fizeram um belo depoimento e com isso foram marcadas novas reuniões para iniciar a formação da Associação de Franca, e durante todo este processo uma presença foi constante, Ana Cláudia Lopes Diniz Coelho (fisioterapeuta).

A data escolhida para a primeira reunião da entidade foi 07 de abril de 1997. Um esforço maior em reunir mais famílias e profissionais. A Prefeitura concedeu o direito de uso de um prédio para que as reuniões fossem realizadas e neste dia chegou-se ao quorum suficiente para constituir a diretoria, onde a Fisioterapeuta Ana Cláudia Lopes Diniz Coelho ficou com a Presidência e Ana Luiza Andrade de Andrade com a Vice-Presidência, e neste dia iniciou-se o trabalho da Caminhar, que no início era de aumentar o cadastro de portadores de paralisia cerebral e o de divulgar o trabalho em si e o nome da Associação.

Ainda em 1997 foi organizada uma palestra-depoimento de Sueli Saton, psicóloga, portadora de Paralisia Cerebral, que narrou todas as suas lutas e seus sucessos.

Deu-se o início ao trabalho que, a princípio com o objetivo modesto de atender gratuitamente apenas pessoas com paralisia cerebral, tanto na habilitação como reabilitação, além do atendimento sócio assistencial aos familiares.

A participação dos familiares sempre foi importante, houve uma grande parceria, pois era oferecido a eles o apoio das mais diversas formas e estes ofereciam sua ajuda nos processos que eram realizados.

MISSÃO, VISÃO E VALORES


MISSÃO


Habilitar e reabilitar pessoas com paralisia cerebral, apoiando e esclarecendo a família e a comunidade, sendo a entidade um veículo de inclusão e transformação social por meio de atendimentos especializados, visando qualidade de vida.



VISÃO


Tornar-se um centro de referência especializado no atendimento às pessoas com paralisia cerebral e suas famílias, contribuindo para sua melhor qualidade de vida e garantia de direitos.



VALORES


Comprometimento, transparência, respeito, trabalho em equipe, solidariedade, ética e integridade.