Utilidade Pública Municipal 69/99 - Ano II - No. 4 - Setembro de 2000

Analisando as Diferenças

Segundo o “Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa – Celso Pedro Luft”:
diferente – que difere, dissemelhante, desigual, diverso, vário, alterado, mudado, incomum, invulgar, especial.
Quando paramos para analisar a definição da palavra “diferente” percebemos que todos somos diferentes. 
Afinal, é isso que nos aproxima ou nos afasta de determinadas pessoas, é o jeito de andar, de ser, nossas preferências, que faz com que simpatizemos ou não com alguém. Cada pessoa possui a sua individualidade, sua personalidade que caracteriza as suas aptidões e suas dificuldades.
Porque é tão difícil encararmos essas diferenças sem criar estigmas: 
  Aquele é gordo, os gordinhos são sempre simpáticos... o outro é baixo, todo baixinho é bravo...e aquele que não anda e nem fala como nós, será que por isso também não pensa? Não tem sentimentos e ambições iguais às dos outros, seus desejos e sonhos são inexistentes? Será que ele não se magoa quando sua diferença  é ressaltada e se sente excluído? 
Quando falamos em Inclusão, não estamos falando só da inclusão em sala de aula, estamos falando de inclusão social, estamos falando de mudanças sociais. 
A deficiência não é privilégio só das pessoas portadoras de necessidades especiais, ela é de toda uma sociedade, e todos nós precisamos vencer as nossas deficiências, aceitando as nossas diferenças, oferecendo oportunidades iguais para todos. Nós educadores que contribuímos para a formação do indivíduo de amanhã, temos que nos conscientizar que participando desse processo beneficiamos a todos os nossos alunos, pois oportunizamos a possibilidade de aprenderem a ver o outro sem limitá-lo.

Em São Carlos isso já vem acontecendo, como nos relata ELIZABETH DA SILVA FELIX, Pedagoga no Ensino do Deficiente Mental e Especialista no Atendimento da Criança PC – Membro da Associação dos Deficientes de São Carlos – ADESC, que esteve em Franca, na Semana da Educação, para pessoalmente nos passar sobre o seu trabalho, realizado em São Carlos.  

Através do depoimento do secretário da
CAMINHAR, MARCELO PINHEIRO M. DE ANDRADE, um jovem estudante, podemos perceber que está sendo muito rico para ele, pela primeira vez em seus 18 anos, conhecer e conviver com essas pessoas. Mas isso nos levanta uma dúvida: onde eles estavam que demorou tanto para que esse rapaz pudesse viver essa experiência? Afinal, estamos falando de um universo de 30.000 pessoas portadoras de paralisia cerebral nascendo ao ano.
Para YURI PINHEIRO, FÁTIMA PINHEIRO e MÁRCIA MARIA MELO PEREIRA esta inclusão não é só um modismo, é uma necessidade de melhorar a sua própria qualidade de vida, e de melhorar o convívio com suas próprias diferenças.
Temos também a oportunidade de ler uma reportagem realizada em 1998 com PIERRE BENAYCH, especialista francês, que durante 15 anos dirigiu a comissão departamental de inclusão do Val-du-Marne, e que nos deixa muito otimistas, pois se hoje eles já estão mais avançados nesse processo, há 25 anos eles começaram como nós, com os mesmos receios e dificuldades; o importante foi a persistência na manutenção dos direitos de todos.
No encarte especial que vem acompanhando este jornal mostramos um pouco do I ENCONTRO DE PROFISSIONAIS MUNICIPAIS DA EDUCAÇÃO: “A INCLUSÃO DA PESSOA PORTADORA DE PARALISIA CEREBRAL”. Este encontro veio acontecer após o convênio firmado entre
CAMINHAR e a Prefeitura Municipal de Franca, e do grande apoio recebido da Secretária da Educação Mariana Coelho Rosa e seus acessores.
Foi um encontro muito importante e gratificante. Importante porque nos foi possível, não só apresentar o “Projeto Inclusão”, que visa o acompanhamento e treinamento dos profissionais da educação para a efetiva inclusão do portador de paralisia cerebral na rede municipal de ensino, como sensibilizar os profissionais da importância da quebra de preconceitos e que isso só acontecerá quando o “diferente” fizer parte do cotidiano de todos nós. E gratificante porque conhecemos profissionais dispostos e bastante conscientes da necessidade de serem preparados para esse passo, o que com certeza estará ocorrendo a partir deste mês de setembro.
Este é apenas o começo de um processo que todos nós devemos fazer parte. 

Venha caminhar conosco nesta jornada, pois juntos  iremos construir essa nova realidade social.

 

Ana Estela Fernandes Checchia                                                                                          Psicopedagoga

INCLUSÃO DA CRIANÇA PC NO ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO CARLOS

Escolas inclusivas, integradas ou integradoras...enfim, são apenas nomes diferentes. Isso significa que devemos nos responsabilizar e lutar pela permanência da criança com necessidades educativas especiais no ensino comum.

Ao abordar o tema da inclusão escolar, minhas reflexões conduziram-me a resgatar o sinônimo para tal expressão: “viver e estar entre os homens”. Sendo assim, inclusão é processo essencial à vida humana e à vida em sociedade.

Levando em consideração os aspectos da inclusão, a Associação dos Deficientes de São Carlos – ADESC, junto com seus membros portadores de deficiência física conhecedores da Resolução da Secretaria de Educação de 03/05/2000, publicada no Diário Oficial do Estado de 04/05/2000, concretiza com a Secretaria Municipal de Educação da cidade, a inclusão da criança portadora de paralisia cerebral (PC).

A ADESC- São Carlos, conta com um trabalho voluntário de uma pedagoga especializada no atendimento educacional da criança com paralisia cerebral. Haja vista que na Res. SE de maio/2000 coloca em seu artigo 3º, parágrafo 3º que o trabalho pedagógico contínuo deverá contar com um professor especialista.

Devemos lembrar que a criança com PC tem toda uma variedade de dificuldades envolvendo a movimentação, a coordenação e, às vezes, a fala. Geralmente, elas são incluídas, para fins educacionais, entre as pessoas que apresentam dificuldades físicas, dada a natureza do grau e comprometimento motor na lesão cerebral.

No momento, a prioridade é caracterizar para os professores do município a criança PC. Esta demonstração está sendo feita no horário de HTP’s. Matriculamos duas crianças. Os esforços das professoras e de toda comunidade escolar está sendo muito positivo e produtivo. Acreditamos que a educação é ainda possível. É na escola que a inclusão se  inicia. Com uma ação educativa podemos garantir a igualdade de oportunidades e a troca de diferenças. Aqui em São Carlos acreditamos muito no desempenho da pessoa com necessidades educativas especiais. Com certeza, a criança PC representa o futuro de uma ação educativa mais justa e igualitária para quem é portador de uma deficiência física.

ELIZABETH DA SILVA FELIX

Pedagoga No Ensino do Deficiente Mental e Especialista no Atendimento da Criança PC – Membro da Associação dos Deficientes de São Carlos – ADESC.


Minha Vida Escolar
 

Conviver com uma paralisia cerebral no início de minha vida escolar foi bastante difícil.

Enfrentei muita falta de respeito por parte das pessoas (mães de alunos), por isto eu chorava muito e queria que minha mãe ficasse comigo na classe para que eu me sentisse segura; isto ocorreu durante dois anos. Em 1985 entrei no colégio “Jesus Maria José”, onde estudei durante nove anos e, devido a problemas com uma professora (discriminação) deixei o colégio em maio de 1993.

No ano seguinte, comecei a fazer a sétima série na escola “Professor Otávio Martins de Souza” onde estudei até terminar a terceira série do segundo grau em 1998.

Hoje não mais estudo, estou dedicando-me ao artesanato, confeccionando tapetes de barbante.

Quem se interessar em conhecer meus artesanatos, ligue (0XX16) 3723-7610 ou procure-me na Caminhar. Um abraço.

                              MÁRCIA MARIA MELO PEREIRA.

Especialista francês discute inclusão 
escolar no Brasil

Na França, adoção de medida foi acompanhada de programas de formação de docentes

A determinação de incluir os deficientes físicos e mentais nas escolas regulares - movimento pelo qual passa a educação especial no Brasil - já era lei na França em 1975. Mas lá, como aqui, os primeiros anos de prática de inclusão foram cheios de incertezas e desculpas. Para acabar com os obstáculos criados pela falta de informação, o governo francês instituiu comissões departamentais, com a missão de ajustar a formação dos professores.

Hoje, a grande maioria dos deficientes franceses freqüenta a escola maternal (até 6 anos) e segue os cursos elementar (6 a 11 anos) e colegial (11 a 17 anos) até onde for possível. E os limites estão sendo quebrados a cada ano. "Quase 100% dos portadores de síndrome de Down, por exemplo, estão na escola maternal e cerca de 73% deles freqüentam o curso elementar, após o qual seguem para os profissionalizantes", conta Pierre Benaych, que durante 15 anos dirigiu a comissão departamental de inclusão do Val-du-Marne (região de Paris) e os cursos suplementares de formação de professores. A síndrome de Down é uma deficiência genética e está entre as causas mais comuns de atraso mental.

O especialista francês está no Brasil para uma série de palestras e encontros com profissionais da área de educação e de instituições de assistência aos deficientes. "No início houve muita resistência do setor educativo e a desculpa mais freqüente era a falta de preparo dos professores", diz Benaych. "Também era freqüente o temor dos pais de crianças normais, de que as deficiências fossem contagiosas ou pudessem prejudicar o rendimento escolar de seus filhos." Aos poucos, as resistências e os temores foram vencidos. "Isso foi importante, porque nosso objetivo não era apenas a inclusão escolar, mas a inclusão social", afirmou Benaych.

"A inclusão dos deficientes é uma questão humanista, de cidadania", observa Benaych.

 por: Liana John - "publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 11/04/98"

Somos todos iguais

Um menino pergunta o preço dos filhotes. "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse: "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?"
O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: 
"O que é que há com ele?" 
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. 
O menino se animou e disse: 
"Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!"
O dono da loja respondeu: "Não, ele, eu lhe dou de presente." 
O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:
"Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.” 
O dono da loja contestou: "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos."
Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai  precisar   de alguém que entenda isso.”
Muitas vezes, desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus "defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou piores do que alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são. É difícil, mas não impossível. 
Que Jesus, que nos amou incondicionalmente, derrame sobre nós, hoje e sempre, o verdadeiro sentido da palavra Amor.

 
Enviado pelos nossos amigos INTERNAUTAS
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Resolução de 3-5-2000 

Homologando, com fundamento no artigo 9º e seus parágrafos, da Lei 10.403, de 6 de julho de 1971, a Deliberação CEE nº5/2000, aprovada em sessão plenária do Conselho Estadual de Educação, realizada em 29-3-2000, que fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais na educação básica do sistema estadual de ensino.(Proc. 706/0000/2000).

DELIBERAÇÃO CEE N.º 05/00

Fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais na educação básica do sistema estadual de ensino.

O Conselho Estadual de Educação, no uso de suas atribuições, com fundamento na Lei 9.394/96, Art. 58 § 1º, 2º; Art. 59, incisos I, II, III, IV, V, Art. 60, Parágrafo único, Art. 2º, inciso XXIII da Lei Estadual nº 10.403/71 e na Indicação CEE nº12/99.

Delibera

Art. 1º - As atividades e procedimentos relativos à Educação Especial no sistema de ensino do Estado de São Paulo  obedecerão as presentes normas.

Parágrafo único - a Educação Especial é modalidade oferecida para educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, caracterizados por serem pessoas que apresentam significativas diferenças físicas, sensoriais ou intelectuais decorrentes de fatores inatos ou adquiridos, de caráter temporário ou permanente e que, em interação dinâmica com fatores sócio ambientais, resultam em necessidades muito diferenciadas da maioria das pessoas.

Art. 2° - a educação especial desde a Educação Infantil até o Ensino Médio deve assegurar ao educando a formação básica indispensável e fornecer-lhe os meios de desenvolver atividades produtivas, de progredir no trabalho e em estudos posteriores, satisfazendo as condições requeridas por suas características e baseando-se no respeito às diferenças individuais e na igualdade de direitos entre todas as pessoas.

Art. 3° - a educação especial deve se iniciar o mais cedo possível e ser garantida em estreita relação com a família.

Art. 4° - o atendimento educacional aos alunos com necessidades educacionais especiais deve ser feito nas classes comuns das escolas em todos os níveis de ensino.

§ 1º. - Os currículos das classes do ensino comum devem considerar conteúdos que tenham caráter básico, com significado prático e instrumental, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de avaliação que sejam adequados à promoção do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais.

§ 2º - Os alunos com necessidades educacionais especiais devem ser distribuídos pelas classes de uma série de forma equilibrada, de modo a tirar vantagens das diferenças e

ampliar positivamente as experiências de todos os alunos, dentro do princípio de educar na diversidade.

§ 3º - o trabalho pedagógico com alunos com necessidades educacionais especiais nas classes comuns deve envolver materiais didáticos auxiliares, acompanhamento e reforço contínuo por parte do professor da classe e trabalho suplementar com professor especialista, quando for o caso.

§ 4º - Os educandos com necessidades educacionais especiais deverão contar com mobiliário adequado nas salas do ensino comum.

§ 5º - Caso uma determinada escola pública ainda não apresente prédio adequado para atender os alunos com  problemas de locomoção, estes deverão ser encaminhados para uma escola mais próxima, beneficiados com transporte, quando for o caso.

Art. 5° - Aos alunos que apresentem altas habilidades devem ser oferecidas atividades que favoreçam aprofundamento e enriquecimento de aspectos curriculares de forma a

desenvolver suas potencialidades criativas...

  Através de nossa página na Internet, temos realizado contatos muito interessantes.

Pessoas de diferentes parte do país nos enviam e mails para oferecer ajuda, pedir orientações, encaminhar protestos ou palavras de apoio.

Recebemos um e mail muito interessante da Fátima mãe do Yuri, que nos enviou também desenhos feitos por ele no computador:

“Queridos amigos,

Fiquei muito feliz, ao descobrir o site de vocês. Tenho um filho de 13 anos portador de P.C., e venho tendo inúmeras dificuldades desde seu nascimento, para integrá-lo à sociedade. Em minha cidade, não há nenhum projeto desse tipo. A escola que freqüenta é muito fraca e observo que ele tem um potencial muito grande e tem de ser aproveitado o mais rápido possível. Sempre tive vontade de estar num projeto assim e só com ajuda de vocês poderei realizá-lo. São pessoas como vocês que amam verdadeiramente essas crianças ESPECIAIS, primeiramente para Deus e depois para nós as mães. Gostaria de poder ajudar outras crianças , bem como mães que como eu sofrem muito ao verem seus filhos discriminados, até mesmo por parte dos familiares, "amigos", que procuram manter-se "afastados" o máximo possível, pois isso demonstra, que é muito fácil, ficar de longe, pois não tem nada a ver com isso. Meu filho é único e muito sozinho, cuido dele com muita dificuldade mas sei que Deus me dá forças, para caminhar, e tenho certeza que com ajuda de vocês, vamos CAMINHAR todos juntos. Aguardo resposta... “

I ENCONTRO DE PROFISSIONAIS MUNICIPAIS DA EDUCAÇÃO
"A INCLUSÃO DA PESSOA PORTADORA DE PARALISIA CEREBRAL"


Em junho deste ano, recebemos a visita do Prefeito de Franca, acompanhado de seu Secretário da Cidadania Valdir Luiz Barbosa, e apresentamos a eles a necessidade da implantação de um projeto que visasse a inclusão da pessoa portadora de paralisia cerebral nas escolas regulares. Fomos encaminhados para uma reunião com a Secretária de Educação, Mariana Coelho Rosa, a qual se mostrou muito solidária à causa, e após firmarmos um convênio, entre a nossa entidade e a Prefeitura, pudemos dar início às nossas atividades.

Nos dias 24 e 25 de agosto de 2000, a equipe da CAMINHAR realizou o I Encontro de Profissionais Municipais da Educação “A Inclusão da Pessoa Portadora de Paralisia Cerebral”.

Este Encontro procurou conscientizar os Profissionais da Educação da Rede Municipal de Ensino, da necessidade, das possibilidades e do direito do portador de paralisia cerebral de ser incluído nas Escolas Regulares de Franca. Aproveitamos esse momento para apresentar o “Projeto Inclusão”, e complementá-lo com a participação de todos. Contamos com a presença de diretores, coordenadores pedagógicos, orientadores, professores, assistentes sociais, psicólogos, profissionais do centro de apoio e demais funcionários da Secretaria de Educação.

Como foi apresentado, o primeiro passo será realizar a preparação e o treinamento dos profissionais da educação, para a efetiva inclusão do portador de paralisia cerebral nas salas de aula. Junto a isso, será oferecido um atendimento psicopedagógico para o portador de paralisia cerebral e apoio psicológico aos seus familiares, pois é de vital importância a participação e o empenho das famílias neste processo.

Após a inclusão, que só ocorrerá depois de terminada esta fase, a escola contará com o apoio de toda a nossa equipe, que continuará acompanhando todos os participantes desse processo.

Ficamos extremamente otimistas, pois tivemos a oportunidade, através deste evento, de conhecer profissionais maduros, conscientes e dispostos a participar da concretização deste projeto.

Estamos cientes da excelente qualidade de ensino realizado pelas escolas municipais de Franca, e justamente por isso, consideramos ser esse o momento ideal para Franca dar esse passo, que já vem sendo dado em várias regiões do Brasil e do Estado de São Paulo.

"Queremos ter certezas e não dúvidas - resultados e não experiências - , sem nem percebemos que as certezas só podem surgir através das dúvidas, e os resultados somente através das experiências."

 Carl Jung

Precisamos de você !!